Vestígios – Carlos Lira Produção

 

Ficha Técnica:

 

Texto: Aimar Labaki

Direção: Antonio Cadengue

Assistência de direção: Rudimar Constâncio

Cenografia: Doris Rollemberg

Figurinos: Aníbal Santiago

Trilha sonora original: Eli-Eri Moura

Iluminação: Saulo Uchôa

Direção de movimentos e preparação corporal: Paulo Henrique Ferreira

Preparação vocal: Flávia Layme

Cenotécnica: Marc Aubert

Assistência de cenotécnica: Kleber Macedo, Rafael Firmino e Fábio Fonseca

Operação de som: Marinho Falcão

Assistente de produção e contrarregra: Elias Vilar

Elenco: Carlos Lira, Marcelino Dias e Roberto Brandão

Fotografia: Américo Nunes.

 

Duração: 50 minutos

Indicação: a partir dos 18 anos

 

Sinopse:

 

Dois investigadores, Cardoso e Marcos, torturam um jovem professor universitário, Marcelo, acusado de assassinar uma moça, que se supõe ser uma antiga namorada, desaparecida há mais de dez anos. Como vestígio dessa desaparição, resta apenas uma cabeça, da própria moça, que surgiu inesperadamente na cama de Marcelo. Assustado, o rapaz abandonou a cabeça sem corpo na frente do Instituto Médico Legal, para, em seguida, ser preso. Torturado, a polícia quer que ele confesse o suposto crime e revele, então, a localização do corpo.

“Vestígios é uma peça que trata do rescaldo, do resíduo dos tempos de autoritarismo mais recentes pelo que o Brasil passou, entre os anos de 1964 e 1985, embora o País também tenha passado por outros momentos graves como no Estado Novo, por exemplo. Não é a ditadura que está em questão, mas os erros do passado que vêm à tona para que tragam lições para o presente e o futuro. A proposta não é deixar o público atordoado, mas mexer com a memória das pessoas falando do hoje, do ontem e do amanhã de uma forma intensa”, explica Cadengue.

 

 

Fotos:

Confira imagens do espetáculo. Fotos de divulgação.

 

 

Print Friendly