• MARTINIANO

Nome completo: Martiniano Antônio Sampaio de Almeida

Nome Artístico: Martiniano Almeida

Cidade de Nascimento: Recife – PE

Início das atividades: 1986

Atividades Realizadas: Iluminação, Cenografia, cenotécnico

Imagens: Acervo pessoal

 

 

Martiniano Almeida é a prova viva de que a arte corre nas veias. E não há nada que a impeça de guiar os caminhos de quem a carrega dentro de si. Martiniano vem de uma família ilustre dos palcos locais. Seu avô, Alexandre Almeida, abraçou o ofício do cenógrafo, passado para o seu pai, Antônio José Alves de Almeida, também conhecido como Zezinho do Santa Isabel. Sua mãe, Dalva Sampaio, já elaborou alguns dos figurinos mais elogiados do teatro pernambucano.

Estar rodeado de arte fez com que Martiniano despertasse seus dons artísticos muito cedo: A família logo atentou para o gosto pela pintura, despertado aos sete anos de idade. não demorou muito para que ele se interessasse por cenografia, ao acompanhar o pai nas montagens de espetáculos. Conforme o tempo passava e o conhecimento acumulava, Martiniano conquistava mais respeito e assumia novas responsabilidades. Por suas mãos passaram as principais salas do estado, como o Barreto Júnior, do qual foi maquinista em  1986; e o Teatro do Parque, do qual foi técnico de iluminação desde 1989.

 

Atividades:

Além de cenografia, Martiniano abraçou a iluminação, ofício para o qual se dedica em estar antenado com as últimas tendências. Para isso, ele costuma aproveitar todas as oportunidades de aprendizado, como cursos de extensão, oficinas e workshops. Martiniano também costuma frequentar feiras e eventos referentes às suas atividades, como a AES Brasil Expo, que frequenta há nove anos. “Este é o maior encontro da América Latina em tecnologia de áudio, vídeo, iluminação e instalações especiais. Também gosto da Lightweek Brasil e da Expomusic. Considero muito importante reservar um espaço em minha agenda e me programar para viajar e reciclar meus conhecimentos”, revela Almeida.

Nartiniano possui cerca de 50 espetáculos nos quais colocou o seu talento em cenografia, iluminação e também como cenotécnico. Entre eles, “Castro Alves do Brasil”, de José Francisco Filho e “A Máquina”, de João Falcão, para quem montou e operou a luz na temporada recifense. No cinema, foi cenotécnico para a segunda versão do filme “O Cangeceiro”, dirigido por Aníbal Massaini Neto, em 1997.

 

Fotos:

 Confira a galeria de trabalhos realizados por Martiniano Almeida. Fotos de Rogério Alves e Felipe Botelho:

 

 

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