• Le Petit - Triunfo - Foto Olga Wanderley5

Le Petit: grandezas do ser – Cia Circo Godot

 

Ficha técnica:

Diretor: Quiercles Santana

Dramaturgista: Ana Paula Sá

Elenco:  Damiano Massaccesi (Ator), Andrezza Alves, Flávia Fernanda, Rafaela Fagundes (Manipuladores)

Direção Musical: Kleber Santana

Direção de Arte: Ana Paula Sá, Andrezza Alves, Quiercles Santana e Damiano Massaccesi

Iluminação: Luciana Raposo

Preparação de Clown: Andre Casaca

Preparação de Capoeira: Mestre Dendê

Preparação de Yoga: Swami Munindra Mohan

Programação Visual: Claudio Lira

Imagens: Olga Wanderley

 

Audiodescrição: Andreza Nóbrega e Liliana Tavares

Operação de Som: Ana Paula Sá

Operação de Luz: Luciana Raposo

Costureira: Faustina Romani

Cenotécnico: Gustavo Araújo

Aderecistas: Ana Paula Sá, Andrêzza Alves, Damiano Massaccesi, Quiercles Santana, Rafaela Fagundes

Assessoria de Imprensa: Leidson Ferraz

Programação Visual: Claudio Lira

Fotos: Silgon

Residência Artística e Pedagógica em 2012: Espaço Fiandeiros

Sinopse:

Livremente inspirado nas relações de amizade descritas por Antoine de Saint-Exupéry, Le Petit Grandezas do Ser apresenta um universo fabular em que a fidelidade a um amigo doente e o medo da solidão são os princípios dramatúrgicos para ações que fundam uma narrativa lúdica e poética, a qual, abolindo por completo o uso da palavra, como um filme mudo, propõe uma diversidade de imagens, sonoridades e situações.

Partindo da famosa premissa de que “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, Le Petit, no longínquo planetinha, está às voltas com a sua Rosa convalescente. Enquanto o tempo vai fluindo inexorável para o fim do espetáculo vemo-lo no esmero cotidiano de zelar pelo bem amado. Nas suas tentativas de fazer prevalecer uma atmosfera menos doída, ele lança mão de um arsenal de ações – malabares, equilibrismos, acrobacias e brincadeiras – a fim de entreter a Rosa e, consequentemente, a plateia.

Le Petit Grandezas do Ser é o terceiro trabalho da Companhia Circo Godot de Teatro e busca ser um germinador de reflexões, para adultos e crianças, acerca das irreparáveis perdas que a vida nos traz, dos amigos que ficam ao longo do caminho, dos amores idos, da infância revisitada, sem incorrer, no entanto, em pieguices e lugares comuns. É sobre viver, morrer e aprender a ser verdadeiramente companheiro do outro. O que significa uma amizade verdadeira? O que é ficar ao lado de quem se ama, mesmo quando quem se ama está em vias de desaparecer para sempre? O que há de eterno na efemeridade do existir? Aonde foi parar a criança saltitante que havia em nós antes de nos transformarmos em adultos? Ser adulto e ser grande é a mesma coisa? Em que bases, latitudes, dimensões, a grandeza pode ser tomada? O que é, enfim, ser grande? O que é ser, até o fim, companheiro de alguém?

 

Fotos:

Confira imagens do espetáculo, assim como a arte gráfica e o programa do espetáculo. Fotos de Olga Wanderley

 

 

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